Kindle no Brasil! Tudo O Que Você Precisa Saber

Be Szpilman, em 07/10/2009

Kindle, agora também em versão internacional. Crédito da imagem: teleread.org

Kindle, agora também em versão internacional. Crédito da imagem: teleread.org

Atualizado em  05/02/2010

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A partir de hoje, sete de outubro de 2009, a Amazon passa a oferecer seu ebook reader, o Kindle, para mais de 100 países, incluindo o Brasil. Para tanto, foi firmado um acordo com a empresa de telefonia americana AT&T, que vai utilizar sua rede global de roaming 3G para tornar tudo possível. Sem delongas, vamos ao que importa.

Como Comprar E Quanto Custa

  • Todas as compras devem ser feitas via Amazon.com. Caso esteja interessado, corra, pois não vai dar pra quem quer, e você estará disputando com gente do mundo inteiro pela chance de comprar um. E daqui até o natal deve ser uma novela, estoques esgotados a todo momento. Veremos se a Amazon vai conseguir suprir essa nova demanda global.
  • O Kindle internacional só começará a ser enviado no dia 19 de Outubro de 2009, e a partir daí conte pelo menos duas semanas até a chegada do aparelho na sua casa.
  • Custa U$279, hoje aproximadamente 490,00 reais. Até ontem o Kindle custava U$299, e era só para americanos. No entanto, a Amazon recolhe no ato da compra o valor do imposto de importação, para que o mesmo seja pago de prontidão e sua entrega agilizada — o que quer dizer que o Kindle vai chegar mais rápido, mas também que é garantido de se pagar os 60% de imposto. Na verdade, é pior: a Amazon recolhe uma alíquota equivalente a 100% e te devolve o que sobrar após a alfândega. Isso quer dizer que paga-se, no momento da compra pelo website da Amazon, quase R$1000,00.

Uma alternativa é comprar o Kindle versão internacional em solo americano, pessoalmente ou via um conhecido, e trazê-lo na bagagem ou mesmo na mão, efetivamente evitando qualquer imposto de importação. Isso porque esse modelo internacional do Kindle, de U$279, que você pode comprar pela Amazon e receber na sua casa no Brasil, é o mesmo aparelho sendo oferecido para todos os países, inclusive para americanos que querem um Kindle para quando eles estiverem fora do país. Outra possibilidade é tentar comprá-lo pelo eBay, onde pelo menos pode-se sonhar com a possibilidade de não pagar imposto algum.

A Pegadinha: O Que Não Foi Dito

Cada download feito pelo Kindle custa um adicional de U$1,99, hoje uns R$3,50. Isso mesmo, cada um, além do preço do livro. Isso inclui os casos em que você apenas quer refazer o download de um livro que já havia comprado: paga a taxa denovo. Tava achando que a Amazon tinha um coração amazônico, né? Isso vale para qualquer lugar fora dos Estados Unidos, inclusive para americanos que estiverem fora do país.

Claro, isso se aplica quando fazendo a compra ou o download direto do Kindle, de onde quer que você esteja. Não há nenhum custo, fora o preço do livro, caso você compre pelo computador e transfira via USB para o Kindle, como acontece com quase todo ebook reader atual.

O Que Nós Passamos A Ter

  • Na verdade estamos dentre os países mais bem agraciados no quesito disponibilidade de livros. Teremos um catálogo de 290.000 livros eletrônicos de língua inglesa, dentre os quais 100.000 estão abaixo de 10 reais (U$6)!! O preço dos livros restantes fica na média de U$12, ou vinte reais.

Nada mal, especialmente se comparados aos segundos maiores mercados de língua inglesa, Reino Unido (280.000 dos quais 70.000 abaixo de U$6) e Canadá, este último que incrivelmente não está incluso nos 169 países anunciados hoje! Na média os países terão acesso a 200.000 títulos, veja esta tabela para detalhes.

  • Acesso via assinatura eletrônica a grandes jornais do mundo inteiro, incluindo The New York Times, El País, The Daily Telegraph, Le Monde e pasmem: O Globo! Essa assinatura vem em opção única: paga-se U$5 (R$9) semanais e tem-se acesso a todos os jornais oferecidos, que são muitos. Como alternativa, você pode comprar uma única edição de qualquer um dos jornais por U$2.
  • Possibilidade de carregar no Kindle documentos pessoais em formatos como Word e PDF, grátis se feito via USB (intermédio do computador), ou por uma taxa de U$1 por megabyte via wireless 3G, o que pode sair bem caro. Neste método wireless, você envia o documento para um email da Amazon, e eles entregam-no formatado no seu Kindle, bom para carregar para o Kindle anexos de emails quando em um cybercafé.

O Que Nós Não Teremos (Ainda?)

  • Aproximadamente 60.000 títulos não estarão disponíveis para consumidores brasileiros (visto que o catálogo total passa de 350.000 livros). Isso se deve a editoras que não podem, ou não querem oferecer suas obras fora dos Estados Unidos, prática mais comum do que gostaríamos. Talvez a Amazon consiga fazer negócio com elas, e a disponibilidade para nós aumente aos poucos.
  • Assim como em todos os outros países, não há até o momento informação sobre possíveis acordos com editoras brasileiras, para que tenhamos ebooks em português para o Kindle.
  • Não teremos acesso à leitura dos mais de 7.000 blogs que os americanos tem, cujas novas postagens são atualizadas automaticamente para o Kindle.
  • Também não poderemos usar o experimental navegador de internet embutido no Kindle, para ver qualquer página da web, regalia hoje dos Estados Unidos, Hong Kong, Japão e México.
  • Por enquanto não existe a possibilidade de publicar independentemente um livro no Kindle Store. Qualquer americano com uma conta na Amazon pode fazer isso por meio do serviço Digital Text Platform — isso mesmo, qualquer um pode vender ebooks por lá. Aguardemos o dia em que qualquer brasileiro possa também, e aí sim a coisa vai ficar legal com livros a rodo em português.

O Que Mais Você Deve Saber

O Kindle usa um formato próprio, e com DRM, então os ebooks comprados da Amazon não são compatíveis com nenhum outro aparelho, salvo quem sabe, em breve, o iPhone. Nos Estados Unidos essa possibilidade já existe, e cogita-se expansão para a plataforma Android, da Google.

Ainda que disponíveis no iPhone e em outros celulares de última geração num futuro próximo, você não pode converter seus arquivos para nenhum outro formato, e a Amazon não dá nem sinal de suporte ao padrão internacional e livre adotado pela Sony, o ePub.

O Que Vem Por Aí

Quem sabe, num futuro próximo, possamos comprar também o Kindle DX, que é hoje o melhor custo-benefício para ler qualquer PDF, de revistas a livros técnicos, devido à sua generosa tela de 9.7 polegadas. E se já está todo mundo impressionado com o fenômeno Kindle nos Estados Unidos, aguardem 2010, porque a projeção é de que as vendas do aparelho dobrem. Isso só em solo americano.

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Comentários (57)

Luiz André

7 / 10 / 2009 - 23:26    


Excelente o texto, Bernardo! Bastante explicativo. Para quem quiser comprar, é só ir em frente. Imagino, agora, que vai ser uma loucura para adquirir o bichinho. Acho que a engenhoca não vai parar em estoque nem tão cedo.

De minha parte, acho que vou aguardar um pouco, deixar a poeira assentar. O Kindle é uma tentação, pois além de bonito, parece ter uma tela com alto contraste, além de outros recursos.

Quero mais é que a concorrência aumente, e que todas as empresas comecem a abrir seus formatos, para que os ebooks se popularizem. É uma pena comprar um desses bichinhos e não poder utilizá-lo em sua plenitude. Por falar nisso, uma de minhas queixas (e a de vocês também, é claro) é a ausência de interesse, por parte das editoras nacionais, em adotar o formato ebook. Se o fizessem, e se os preços fossem razoáveis, creio que poderiam fazer boas vendas.

Por enquanto, para ler em português, a gente tem que se contentar com “ebooks” mal formatados, cheios de erros e difíceis de ler. Mesmo em sites que oferecem livros de domínio público é muito comum encontrar digitalizações deficientes, às vezes até com erros de digitação, dentre outros.

Grande abraço a vocês do site. E parabéns pelo empenho na causa.

Luiz André

7 / 10 / 2009 - 23:32    


Só mais uma coisinha: parabéns também pela qualidade do material do site. Evidentemente, ele não se enquadra no perfil dos sites meio que improvisados que imperam hoje. Material de primeira.

Be Szpilman

8 / 10 / 2009 - 10:35    


Luiz, realmente agora vamos ver no que dá, porque daqui até o natal muita água deve rolar nesse mercado. E 2010 promete mais ainda! Muito obrigado, meu velho, que bom que o site e as matérias lhe foram úteis. Sua presença por aqui por si só aumenta a qualidade do que temos a oferecer. Volte sempre, e um abração!

celso

8 / 10 / 2009 - 11:19    


Be, gostei na novidade. Uso o Kindle desde que morava nos EUA e, por aqui, precisava do download para o computador.
Assim que vi seu texto, tentei conectar direto, mas o Kindle não encontra a rede. O serviço já está funcionando?
Abraços

Be Szpilman

8 / 10 / 2009 - 12:03    


Celso, a nova versão tem hardware novo, até onde sei, visto que a rede muda de Sprint pra AT&T. Não sei se eles darão opção de upgrade para donos da versão Kindle US, isso ainda não foi noticiado. Ainda assim, o download pelo computador continua sendo uma boa idéia para fora dos EUA, porque cada livro sai R$3,50 mais caro baixando direto para o Kindle.

Grande abraço!

celso

8 / 10 / 2009 - 22:01    


Be, faz sentido o que vc diz. Sprint usa uma rede CDMA, já caindo no esquecimento por aqui. AT&T usa GSM. Mas se for isso mesmo, o Kindle Brasil terá um SIM Card?
Uma coisa que se perde com o uso apenas via computador (como faço hoje) é a compra dos jornais, porque dá muito trabalho. Quando estava nos EUA recebia direto no Kindle e quando acordava já estava na mão. Por isso me empolguei quando recebi sua notícia da conexão 3G. Bom, vou esperar. Muito obrigado pela resposta. Abraços.

Be Szpilman

8 / 10 / 2009 - 22:18    


Não manjo muito de telefonia, valeu por explicar o porque da informação que passei Celso! Caso tenha SIM card, este estará atrelado a uma operadora, certo? Acho que não haverá escolha de operadora, acredito que se houver um SIM card o mesmo já estará embutido nos circuitos do aparelho, e seja da AT&T. Ela vai usar parcerias internacionais de roaming pra fazer o acesso chegar ao mundo inteiro, mas suponho que tecnicamente voce seja usuário da AT&T e não de qualquer operadora brasileira.

Mas quem sabe, se o Brasil provar-se um bom mercado a Amazon pode acertar um acordo diretamente com uma empresa brasileira, e aí é entra a sua dúvida: o quão fácil seria para o consumidor substituir o SIM Card, assim aproveitando o hardware? Boa pergunta.

Os jornais são mesmo um recurso legal, e não é muito caro nove reais semanais para acesso diário aos jornais do mundo inteiro. Obrigado voce pelas dúvidas e informações, estamos aí! Abraço.

Antonio

13 / 10 / 2009 - 0:59    


Dou 6 meses pro mercado estar cheio de “Kindles” xing ling…Mesmo com o DRM. Eu compraria um só para ler livros baixados da net e artigos científicos… Com a popularização, o “monopólio” da Amazon vendendo livros não se sustenta…

Be Szpilman

13 / 10 / 2009 - 13:25    


Os chineses já estão bem avançados com esses aparelhos e existem modelos muito bons! O negócio todo é a praticidade em ter acesso a 290.000 livros direto de seu aparelho, grande parte dos quais você não encontra em nenhum outro lugar. A Amazon tem essa vantagem, mas com outras empresas grandes oferecendo serviços parecidos o monopólio dela pode ser quebrado. Ou ela vai se tornar o que Apple+iTunes é pra música digital.


[...] Kindle no Brasil – A Amazon passa a oferecer seu ebook reader, o Kindle, para mais de 100 países, incluindo o Brasil. Para tanto, foi firmado um acordo com a empresa de telefonia americana AT&T, que vai utilizar sua rede global de roaming 3G para tornar tudo possível. Sem delongas, vamos ao que importa [...]

Giovana

14 / 10 / 2009 - 10:29    


Confirmando, o Kindle mesmo sendo vendido no Brasil teremos que ler os livros em inglês?? é isso?? ainda não existe um acervo de livros em português??

Dmitry

14 / 10 / 2009 - 10:42    


Valores muito altos e restrições em demasia me fazem pensar que talvez o melhor momento para adquirir um reader desses não seja tão cedo. Valeu pelo post, bem informativo e detalhado.

Be Szpilman

14 / 10 / 2009 - 11:33    


Isso mesmo Giovana — eles expandiram pra 169 países e então ainda não tiveram tempo de negociar acervos na língua desses países. O Brasil provando que é um excelente mercado, e somos de fato, acredito que logo estarão disponibilizando acervos de editoras brasileiras.

Be Szpilman

14 / 10 / 2009 - 11:47    


Sem dúvida Dmitry. Como eu respondi ao Antonio acima, a Amazon pode ser pressionada a retirar as restrições e acabar se tornando a Apple dos ebooks. Mas assim como não gosto da Apple no domínio do mp3, também não me agradaria a Amazon com o ePub. Mas enfim.. whatever will be, will be.

rafael

17 / 10 / 2009 - 7:49    


pergunta: pra quem já tem o kindle americano, a rede 3G vai funcionar também?

ps.corre na boca pequena: uma grande editora brasileira em breve vai lançar títulos em ebook em formato kindle via amazon.

Be Szpilman

17 / 10 / 2009 - 8:44    


Pra quem já tem o Kindle americano, a rede 3G não vai funcionar, infelizmente. O hardware é diferente.

Quanto a uma editora brasileira lançar para o Kindle, seria fantástico que acontecesse ainda a tempo do Natal. E se uma vai, as outras vão atrás.

Eduardo Melo

17 / 10 / 2009 - 11:45    


Depois que a Veja anunciou, umas semanas atrás, que o próximo livro do Rubem Fonseca seria lançado no iPhone…

Pena que os livros da Amazon ficam lacrados no Kindle e no iPhone… mas enfim, Rafael, já seria um bom começo e um impulso pro mercado.


[...] de chegar na Terra de Santa Cruz, e é barato (menos de $500 [...]

Andrei Formiga

4 / 11 / 2009 - 23:27    


Esse artigo tem uma incorreção com relação ao preço dos downloads: um usuário americano do Kindle internacional, quando em outro país, paga os 2 dólares para cada download, como descrito.

Entretanto, um usuário brasileiro não paga os 2 dólares por download. O que acontece é que o preço do livro aqui é 2 dólares maior que o preço nos EUA; a diferença é que esses 2 dólares a mais são pagos apenas uma vez. Depois o usuário pode baixar o livro dos servidores da Amazon quantas vezes quiser, para sempre.

Pagar 2 dólares a mais é ruim, mas é bem melhor do que pagar 2 por cada download. E o frete de um livro que eu compraria na Amazon sairia por 6 a 10 dólares, então ainda é vantagem.

Be Szpilman

5 / 11 / 2009 - 17:52    


Olha só, que ótimo saber disso Andrei.

Se a Amazon fosse mais clara nas suas entrelinhas.. mas do jeito que ela fala em tudo menos nessa taxa, deduzi que os termos seriam os piores para o consumidor.

Adoraria ler mais informações a respeito caso possa indicar uma fonte, ou é por experiência própria?

Muito obrigado por trazer a informação!

p.s. Com certeza, bem melhor que o frete da Amazon! Tenho o costume de comprar livros de CDs deles, e o ruim é que o frete é por item, não fica mais barato comprando tudo junto!

Andrei Formiga

6 / 11 / 2009 - 11:52    


Posso dizer isso por experiência própria. As informações no site da Amazon realmente são confusas, porque não é fácil saber quando falam sobre um usuário americano em roaming e quando falam sobre um usuário internacional.

Nos foruns da mobileread alguém mencionou uma justificativa que faz bastante sentido para os 2 dólares: a Amazon conseguiu lançar o Kindle tão rapidamente em tantos países ao mesmo tempo porque a cobertura 3G foi negociada com a AT&T globalmente, incluindo, em países fora dos EUA, os contratos de roaming que a AT&T tem com operadoras locais. Ou seja, um Kindle fora dos EUA está pagando o preço extra pelo roaming, já que a Amazon só tem contrato com a AT&T.

Isso faz sentido, porque a Amazon demoraria muito para fazer contratos independentes com as operadoras locais de cada país. Mas se isso for verdade, acredito que eles terão interesse em fazer contratos com operadoras locais no futuro e retirar os tais 2 dólares a mais, pelo menos nos mercados mais importantes (Inglaterra, França, Alemanha, Japão). Infelizmente não sei se podemos ter esperanças aqui para o Brasil.

Be Szpilman

6 / 11 / 2009 - 13:10    


Sim, realmente o fato de tornarem grande parte do acervo disponível para 169 países de uma só vez justifica a cobrança adicional. A AT&T tem um bocado de parcerias de roaming. Por outro lado é uma pena que todos os gadgets recentemente tem dado poder à AT&T, enquanto as fabricantes brigam a operadora funciona como alguém que vende munição pros dois lados na guerra.

Alessandra

12 / 11 / 2009 - 21:06    


Boa noite

Alguém poderia me passar uma informação que não entendi bem?
O títulos disponibilizados pelo Kindle estão somente em Inglês?
Não posso baixar qualquer livro da internet direto para ele?

Obrigada

Be Szpilman

12 / 11 / 2009 - 23:32    


Comprados pela Amazon, a esmagadora maioria é em inglês. Parece-me que existem alguns em português, editora Ibis Libris por exemplo.

Mas se você baixar um livro em formato MOBI pode passar para o Kindle via USB, desde que ele não tenha proteção. Os do catálogo da Plus são disponibilizados nesse formato (entre outros) e não tem proteção, por exemplo.

Acho que PDF é possível, mas não sei detalhes, parece que existe um procedimento de conversão mediado pela Amazon envolvido. Desconheço a qualidade do resultado também.

Antoinio Athayde

13 / 11 / 2009 - 13:52    


Senhores, como devo fazer contato para receber informações a respeito do seguinte:minha organização pretende disponibilizar livros para leitura no Kindle?
Podem mandar orientação técnica, jurídica, comercial?
Como devo proceder?
Aguardo. Muito obrigado.
AC Athayde

Gbooks − Kindle: A tecnologia nos livros.

13 / 11 / 2009 - 19:46    


[...] E:  ” GO, GOOO!” Beijos, G. Fontes de pesquisa e informação: Wikipédia http://editoraplus.org/kindle-no-brasil-tudo-o-que-voce-precisa-saber/ Tagged and categorized as: … | TrackBack [...]

José Carlos Barreiro

14 / 11 / 2009 - 22:12    


Estou bastante interessado no Kindle nao apenas como leitor da grande quantidade de livros que oferece para download, mas também como alguem que precisa usar constantemente o ingles para falar, ler e escrever. Nesse sentido, alguém poderia me informar se o Kindle vem com dicionário embutido e também com o recurso de ouvir o que está escrito nos livros, revistas e jornais. Obrigado, amigos.

Aser G. Souto

15 / 11 / 2009 - 8:56    


Comprei meu Kindle em viagem aos EUA. Quero fazer o registro para utilizá-lo, sigo todos os passos mas não dá certo, entrei no site a amazon e fiz o meu registro, como faço para contectar o Kindle reconhecer o meu registro? Tudo que tento fazer pede o registro.
Obrigado, amigos..

Be Szpilman

16 / 11 / 2009 - 0:48    


Sim, Jose Carlos, possui ambos os recursos.

Aser, respondido no outro post.

Natal dos e-readers | ResultsON

1 / 12 / 2009 - 13:36    


[...] e é um dos produtos mais vendidos atualmente no país. Aqui no Brasil, já tem muita gente garantindo o seu.  Mas será que a moda vai pegar com a mesma intensidade do que na [...]

camila z

11 / 12 / 2009 - 13:12    


Eu comprei um kindle mas eu não consigo colocar textos do computador nele. E veio com o cabo para usb que eu pensei que obviamente dava para colocar livros do computador já que não tem classicos brasileiros nele. Alguém sabe comofas para colocar?

Marcos

11 / 12 / 2009 - 14:19    


Como faço para conectar o Kindle na na rede local de telefonia? Tem que fazer algum cadastro junto à operadora?

Carlos Jose

13 / 12 / 2009 - 19:24    


Sr. Editor.

Moro em uma região que não pega TV, telefone, celular, internet.

A informção diz que o Kindle pode se atualizado em toda parte do mundo.
Pergunto: Inclusive sem conexão algumas/

Att. Carlos Medeiros

Eduardo Melo

13 / 12 / 2009 - 21:17    


Sr. Carlos Medeiros,

Sim, é possível. Imagino que o senhor esteja fora de casa, já que conseguiu postar aqui no nosso site. Nesse caso, aproveite a oportunidade para baixar todos os e-books que, potencialmente, vá querer ler nos próximos meses (ou anos). Copie todos os e-books em um pen drive. Chegando à sua casa, copie os livros do pen drive para seu computador. Então, a partir do computador, será possível passar os e-books para o Kindle. Dessa forma, o Kindle pode ser atualizado em qualquer parte do mundo – até onde não tem conexão…

Carlos Medeiros

13 / 12 / 2009 - 22:07    


Sr. Editor

Grato pela informação.

Acredito que, quando ocorrer a disponibilidade do e-booker para toda a sociedade, i.e., as pessoas da classe trabalhadora, teremos uma verdadeira revolução. Imaginemos, p.ex., que todo o acervo do ano letivo de um aluno secundarista estará disponível em um unico veículo de transmissão.
Será possível oferecer rapidamente informações e conhecimento tempestivamente… e isso de maneira coletiva. É a coletivização da informação, a democratização verdadeiramente dita.

Carlos Medeiros

Andrei Formiga

20 / 12 / 2009 - 19:39    


Acho que pode ser interessante comentar sobre uma notícia do G1 que fala que um advogado conseguiu comprar o Kindle sem pagar impostos de importação (não consegui postar o link, talvez o sistema de comentários tenha achado que é spam).

Livros são livres de impostos de importação, mas o Kindle paga. Seria interessante que a legislação se atualizasse.

Eduardo Melo

21 / 12 / 2009 - 7:57    


Oi Andrei, você não gostaria de fazer o artigo para publicarmos aqui no site?

Be Szpilman

21 / 12 / 2009 - 9:54    


Apoio a ideia do Eduardo, Andrei! Você é um cara que busca suas fontes muito bem e seus comentários tem agregado muito ao blog. Muito obrigado pela sua presença, enriquece nosso conteudo. Seria um prazer imenso publicar um artigo seu.

Andrei Formiga

23 / 12 / 2009 - 12:35    


Ok, para onde envio? E em que formato deve ser feito?

Eduardo Melo

23 / 12 / 2009 - 13:28    


Andrei, envia para o nosso e-mail: plus@editoraplus.org

Marcos

23 / 12 / 2009 - 16:40    


Comprei o Kindle que foi entregue no prazo combinado pela Amazon. É ótimo, facil de manusear, bastá ligá-lo que já conecta numa rede celular (não dá para saber qual) e já vem registrado no nome de quem adquiriu. Comprar livros também é muito fácil e rápido. Não tem muitos títulos em portugues, Paulo Coelho tem a obra completa, mas acho q as editoras não têm saida, vão ter que aderir ao Kindle.

rosane chonchol

29 / 12 / 2009 - 7:22    


como publicar um livro no Kindle?

Eduardo Melo

29 / 12 / 2009 - 8:33    


Oi Rosane. Bom, existem várias formas. Se você tiver um endereço fixo e conta bancária nos Estados Unidos, pode publicar diretamente na loja da Amazon. Se você não tiver, pode converter o arquivo do seu livro para o formato “.mobi” ou “.prc”, que são aceitos para leitura no Kindle. Existem vários softwares que fazem essa conversão, um deles é o Mobipocket Creator- http://www.mobipocket.com/. Esse programa pode transformar um arquivo do Word, por exemplo, em um arquivo que pode ser lido no Kindle.

rosane chonchol

29 / 12 / 2009 - 9:15    


não encontrei o creator
não tenho end e conta, só se for de um amigo
que dificil!
posso dispor o livro de graça?

Bolivar Duarte

30 / 12 / 2009 - 9:50    


Amigos
Comprei um Kindle. Não sei usá-lo.
Meu interesse maior é na leitura de livros em espanhol.
Podem dar-me algumas dicas?
Bolivar Duarte

Orlando Loro

4 / 01 / 2010 - 3:38    


Gostaria de saber se valeria a pena comprar o Kindle fora do Brasil?

rosane chonchol

4 / 01 / 2010 - 7:26    


como publicar um livro no Kindle? voces fazem iso? eu queria

ROSANA

26 / 01 / 2010 - 15:57    


omo publicar livros no Kindle? Com quem devo falar?

Eduardo Melo

26 / 01 / 2010 - 17:48    


Essa pergunta permite várias respostas.

Vocë pode publicar na Amazon, que fabrica o Kindle, para oferecer o livro diretamente na loja do Kindle (a Kindle Store). Para isso, você precisa ter endereço e conta bancária nos Estados Unidos.

Você pode, também, simplesmente pegar um PDF ou outro arquivo de e-book e colocar no Kindle, sem precisar da loja da Amazon. Ou publicar seu livro diretamente no formato mais compatível com o Kindle (chamado Mobi, ou Mobipocket), como nós fazemos com os livros da Plus.

rosane chonchol

26 / 01 / 2010 - 18:46    


voces publicariam um livro meu no kindle?

Gilson Esteves

27 / 01 / 2010 - 10:27    


Parabéns pela excelente matéria. A propósito, O Que Vem Por Aí, …já veio! O Kindle DX já está disponível na versão internacional – Global Wireless.

Be Szpilman

27 / 01 / 2010 - 10:37    


Rosane, você tem twitter? Podemos manter contato e te avisar assim que pudermos!

Gilson, verdade! Esse eu acho que vale muito a pena, ótimo até mesmo para jornais científicos e revistas.

Abraços!

cind

31 / 01 / 2010 - 0:01    


sei que na internet tudo toda hora muda e as coisas são feitas a três e quatro mãos em tempos diversos e tal, mas seria bom ter uma noção de quando cada matéria foi escrita sem q eu precise olhar os comentários. tou achando o conteúdo muito bacana. já pus entre meus favoritos. só o tempo que me faz me perder as vezes. não sei se é intencional, se for tudo bem, mas eu sinto falta. []’s

Eduardo Melo

31 / 01 / 2010 - 9:10    


Cind. É verdade, obrigado por apontar esse problema. Já consertei, agora a data de publicação aparece ao lado do nome do autor, discreto, mas bem no topo da página.
Grande abraço para você,
Eduardo

Luiz Rocha

11 / 02 / 2010 - 16:18    


Comprei o kindle nos EUA e funciona perfeitamente no Brasil. Pelo que sei, o acordo da AT&T no Brasil é com a operadora Claro, mas isso é transparente para os usuários.

Outra coisa: acho que não existe taxa de transferência dos livros não. Comprei uns dois títulos diretamente no kindle no Brasil e não me cobraram nada, exceto os valores dos livros.

Alessandra

12 / 02 / 2010 - 9:47    


Gostaria de saber se posso baixar qualquer título para o Kindle, ou somente alguns livros.

Obrigada

Alessandra

Augusto Cesar

2 / 03 / 2010 - 18:14    


Senhores Boa Tarde!

Onde eu Possa encontrar uma assistencia tecnica para o meu kindle?

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