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	<title>Editora Plus</title>
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		<title>Porque o DRM não funciona em Audio Livros (vale para e-books também!)</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Mar 2010 18:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Melo</dc:creator>
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		<title>Como ler seus e-books no iPhone, passo a passo</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Volta e meia essa pergunta volta aqui na Plus, e em outros lugares. O Brasil tem dezenas de milhares de usuários do iPhone. Considerando que é um aparelho que permite ler e-books, e muito bem, diga-se de passagem, não está errado afirmar que o iPhone é o principal e-reader disponível hoje no país. Embora nem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Volta e meia essa pergunta volta aqui na Plus, e em outros lugares. O Brasil tem dezenas de milhares de usuários do iPhone. Considerando que é um aparelho que permite ler e-books, e muito bem, diga-se de passagem, não está errado afirmar que o iPhone é o principal e-reader disponível hoje no país. Embora nem todo mundo o use para ler e-books, esse potencial está lá.</p>
<p>Quando um dono de iPhone decide ler livros nele, como faz? Copiar os livros direto para o iPhone não é possível. O usuário do iPhone precisa de um aplicativo que abra e leia seus livros, a partir da rede.</p>
<p>Uma excelente maneira de passar e ler seus livros para o iPhone é através de uma combinação do software <strong>Calibre</strong>, com o aplicativo <strong>Stanza</strong>.</p>
<p>O Calibre é um <strong>ótimo conversor de formatos de e-books</strong> que oferece outras funções poderosas, como o recurso Servidor de Conteúdos. Graças a essa função, o Calibre pode disponibilizar a biblioteca do leitor na rede, permitindo acesso à distância. É uma função útil para compartilhar livros com amigos, ou, no caso, para acessar os livros em certos dispositivos móveis, como o iPhone e alguns smartphones.</p>
<p>O Stanza é o melhor leitor de e-books para iPhone. A Amazon adquiriu o fabricante do Stanza na metade de 2009, o que não interrompeu o desenvolvimento e as funções do Stanza (felizmente).</p>
<h2>Passo-a-passo para ler seus livros no iPhone</h2>
<p>Quem tem iPhone deve seguir os seguintes passos para ler seus livros no aparelho:</p>
<p>0) Antes de qualquer coisa, instale o <strong>Calibre</strong>.</p>
<p>1) Depois, instale o aplicativo Stanza no iPhone, se você ainda não possui ele;</p>
<p>2) Verifique as seguintes configurações no Calibre:</p>
<p>a) Defina o seu Formato de Saída Preferido como ePub (em Preferências&gt;Geral):</p>
<p><a href="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/iphone0.jpg"><img title="iphone" src="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/iphone0-1024x640.jpg" alt="Ler livros no iPhone usando o Calibre" width="614" height="384" /></a></p>
<p>b) Converta os livros que você quer ler no iPhone para o formato ePub;</p>
<p>c) Ligue o Servidor de Conteúdo (em Preferências&gt;Servidor de Conteúdo) e depois, deixe o Calibre ligado:</p>
<p><a href="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/iphone1.jpg"><img title="iphone1" src="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/iphone1-1024x640.jpg" alt="Como ler ebooks no iPhone" width="614" height="384" /></a></p>
<p>Feito isso, seus e-books já devem estar acessíveis no iPhone, através do Stanza. Abra o Stanza no iPhone e vá para “Get Books”, e clique na aba “Shared”. Sob o Shared você deve ver uma entrada com o nome “Books in calibre”. Toque nessa opção e você deverá ver seu catálogo no aparelho!</p>
<p><strong>Percalços</strong></p>
<p>Se o catálogo não apareceu, confirme que o seu iPhone está conectado na mesma rede que o Calibre &#8211; por exemplo, na sua rede Wifi caseira. Se o iPhone está conectado via 3G, nada disso funciona, porque o Calibre e o iPhone precisam estar conectados na mesma rede para se comunicarem.</p>
<p>Se mesmo usando a mesma rede, seu catálogo do Calibre não foi detectado pelo Stanza, você vai precisar adicionar ele manualmente. Para fazer isso, siga os seguintes passos: toque em “Shared”, depois no botão “Edit”, depois ainda em “Add book source”, para adicionar seu catálogo. Na janela do Add Book Source, informe o nome que quiser e no campo URL, informe o seguinte:</p>
<div>
<pre>http://192.168.1.2:8080/</pre>
</div>
<p>Troque <tt>192.168.1.2</tt> pelo IP do computador que está rodando o Calibre. Se na hora de configurar o Servidor de Conteúdo você trocou a porta, você precisará modificar o <tt>8080</tt> que está ali pelo número que você informou. O endereço IP é o IP que seu computador possui na sua rede. Se você não sabe como descobrir qual é esse endereço, uma busca rápida no Google ensina a descobrir ele. Depois de informar o IP, toque em “Save” e era isso.</p>
<p>Dependendo da velocidade da sua rede, você pode ter &#8220;timeout errors&#8221; enquanto navega no seu catálogo pelo Stanza. Se isso acontecer, experimente aumentar o valor para &#8220;connection timeout&#8221; nas configurações do Stanza, em Info-&gt;Settings.</p>
<p>Esse mesmo passo-a-passo pode ser encontrado (em inglês) no <strong>site do Calibre</strong>.</p>

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		<title>Como Converter Ebooks &#8211; Tudo o Que Você Precisa Saber!</title>
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		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 11:36:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem gosta de ler e-books convive com um grande problema: a Torre de e-Babel. São os inúmeros formatos de e-books, das inúmeras plataformas e aparelhos disponíveis. Se para os entendidos a sopa de letrinhas é difícil, para quem está começando, então&#8230; um padrão comum para os e-books ja existe (o formato ePub), mas a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem gosta de ler e-books convive com um grande problema: a Torre de e-Babel. São os inúmeros formatos de e-books, das inúmeras plataformas e aparelhos disponíveis. Se para os entendidos a sopa de letrinhas é difícil, para quem está começando, então&#8230; um padrão comum para os e-books ja existe (o formato <a href="http://editoraplus.org/epub-conheca-o-padrao-internacional-para-e-books/">ePub</a>), mas a sua adoção <a href="http://editoraplus.org/quem-ama-bloqueia-tudo-sobre-drm-em-e-books/">generalizada e aberta</a> ainda encontra uma série de percalços.</p>
<p>Os leitores, quando têm o azar (mais frequente do que alguém gostaria) de ter um livro em um formato que não é compatível com seu aparelho/programa/computador, são obrigados a enfrentar esse problema. A solução nesses casos é converter o livro de um formato, para outro. Existem várias maneiras de se fazer isso, mas para não me perder no assunto, vou tratar da solução que considero melhor e mais fácil: o programa <a href="http://calibre-ebook.com/" target="_blank">Calibre</a>.</p>
<p>O <a href="http://calibre-ebook.com/" target="_blank">Calibre</a> (<a href="http://calibre-ebook.com/" target="_blank">http://calibre-ebook.com/</a>) tem duas funções principais: organizar a biblioteca eletrônica do leitor; e torná-la compatível com a infinidade de formatos e aparelhos disponíveis. É um programa com muitos recursos, que consegue se manter simples o bastante para a maioria dos mortais não se desviar do principal, que é organizar e ler livros.  Amigo número 1 de 99,99% dos fãs e leitores de e-books, o Calibre está disponível em várias línguas, inclusive português, graças ao empenho da comunidade brasileira fã do programa. Além disso, tem versões para PC, Mac e Linux, o que torna ele uma mão na roda para usuários de todos os estilos. O Calibre é gratuito e open-source, desde 2006, quando foi criado pelo indiano <a href="http://calibre-ebook.com/about#history" target="_blank">Kovid Goyal</a>. A partir dali, uma comunidade crescente e numerosa de programadores e leitores apoiou o desenvolvimento do programa.</p>
<p>Prepare-se para a sopa de letrinhas: a conversão de e-books do Calibre  aceita 18 tipos de arquivos. A lista completa pode ser <a href="http://calibre-ebook.com/user_manual/faq.html#how-do-i-use-app-with-my-iphone" target="_blank">vista aqui</a>. Para a maioria dos leitores, o que interessa é que o Calibre converte textos nos formatos LIT, LRF, MOBI, ODT, PDF, PRC, RTF e TXT para os formatos EPUB, LIT, LRF, MOBI, PDF e TXT. Dificilmente um leitor como eu e você vamos precisar de tantos formatos, mas a turma do Calibre é séria e considera diversas situações.</p>
<p>Para se familiarizar com o programa, você pode assistir <a href="http://calibre-ebook.com/demo" target="_blank">algumas demonstrações</a> (em inglês). Agora vamos ao que interessa:</p>
<h2>Como converter e-books e documentos?</h2>
<p>Usando o Calibre na prática, para converter seus livros, é bem simples. Para fazer isso, você precisa:</p>
<p>1) <a href="http://calibre-ebook.com/download">Baixar</a> e instalar o Calibre;<br />
2) Adicionar seu(s) livro(s) ao programa;<br />
3) Selecionar seu(s) livro(s) para conversão.<br />
4) Converter.</p>
<p>É mais fácil mostrar como se faz, do que explicar por escrito. Por escrito, só complica. Por isso, criei esse tutorial bem simples, que ensina como adicionar e converter um livro no Calibre. Aperte o play e assista o vídeo (<a href="http://www.editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/calibre.swf">clique aqui</a> se a janela do vídeo abaixo não está aparecendo).<br />
<center><OBJECT CLASSID="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" WIDTH="576" HEIGHT="380" CODEBASE="http://active.macromedia.com/flash5/cabs/swflash.cab#version=7,0,0,0"><br />
<PARAM NAME=movie VALUE="http://www.editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/calibre.swf"><br />
<PARAM NAME=play VALUE=true><br />
<PARAM NAME=loop VALUE=false><br />
<PARAM NAME=wmode VALUE=transparent><br />
<PARAM NAME=quality VALUE=low></p>
<param name=flashvars value="autostart=false">
<EMBED SRC="tutorial calibre.swf" WIDTH=576 HEIGHT=380 quality=low loop=false wmode=transparent TYPE="application/x-shockwave-flash" PLUGINSPAGE="http://www.macromedia.com/shockwave/download/index.cgi?P1_Prod_Version=ShockwaveFlash"><br />
</EMBED><br />
</OBJECT></center><br />
<SCRIPT src='http://www.editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/calibre.js'></script></p>
<p>Nada do outro mundo, afinal.</p>
<h2>Dicas úteis na hora de converter ebooks</h2>
<p>- O Calibre não converte arquivos de Word (.DOC e .DOCX) para outros formatos. Para contornar esse problema, salve seu arquivo de Word no formato .RTF (Rich Text Format), usando o próprio Word. O Calibre reconhece arquivos .RTF, assim você consegue converter seus documentos.</p>
<p>- PDFs e outros documentos muito complexos, com tabelas, gráficos, ou muitas imagens, podem apresentar resultados toscos. Se seus livros/arquivos contêm materiais desse tipo, prepare-se para resultados fracos.</p>
<p>- Uma maneira de conseguir resultados melhores é configurar os detalhes da conversão. Se você tem paciência, ajuste algumas configurações da tela de conversão e faça testes até encontrar o ajuste ideal.</p>

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		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 14:02:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Melo</dc:creator>
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Mais detalhes no Press Release da Amazon e no Teleread.

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<p>Mais detalhes no <a href="http://phx.corporate-ir.net/phoenix.zhtml?c=176060&amp;p=RssLanding&amp;cat=news&amp;id=1392301" target="_blank">Press Release</a> da Amazon e no <a href="http://www.teleread.org/2010/02/18/kindle-for-blackberry-now-available/" target="_blank">Teleread</a>.</p>

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		<title>Adam, da Notion Ink: enfim um competidor à altura do iPad</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Feb 2010 16:39:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Melo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pegue o principais defeitos do iPad: não rodar Flash, nem ser multi-tarefa, a ausência de câmera embutida, o sistema fechado, a bateria que dura apenas dez horas, a tela muito brilhante para leitura. Conserte tudo isso. O que você obtém? O Adam, o Tablet da empresa Notion Ink.
A empresa é uma start-up indiana. Ela chegou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" title="Adam" src="http://cache.gawkerassets.com/assets/images/4/2010/02/500x_notion3.jpg" alt="" width="350" height="250" />Pegue o principais defeitos do iPad: não rodar Flash, nem ser multi-tarefa, a ausência de câmera embutida, o sistema fechado, a bateria que dura apenas dez horas, a tela muito brilhante para leitura. Conserte tudo isso. O que você obtém? O Adam, o Tablet da empresa Notion Ink.</p>
<p>A empresa é uma start-up indiana. Ela chegou a divulgar o Adam <a href="http://gizmodo.com/5444232/notion-ink-adam-pixel-qi-tabletereader-hands-on-your-screen-is-obsolete">durante a CES, em Las Vegas</a>, no mês de janeiro. Lá o Adam chamou atenção da mídia especializada pela tela com tecnologia PixelQi – que permite alternar entre um modo a cores, igual ao LCD comum, e um modo preto e branco, ultra-econômico em consumo de energia e visualmente igual ao dos e-readers atuais, como o Kindle e outros. Só que, em janeiro,o Adam foi divulgado em meio a outros zilhões de candidatos a Tablets e pouca gente deu a devida atenção. Nnguém levou muito a sério.</p>
<p>Só que agora o produto entrou em fase de produção e a empresa realmente está levando seus planos em frente. A disponibilidade para os EUA está prevista para junho/julho de 2010, apenas 3 meses após o iPad (previsto para abril/maio). A Notion Ink já anunciou, também, que os preços irão variar entre US$ 327,00 e US$ 800,00. Em termos de especificações, o Adam dará um baile no iPad:</p>
<div id="attachment_861" class="wp-caption aligncenter" style="width: 515px"><a href="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/Specs-AdamvsiPad.jpg"><img class="size-full wp-image-861" title="Specs-AdamvsiPad" src="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/Specs-AdamvsiPad.jpg" alt="" width="505" height="602" /></a>
<p class="wp-caption-text">Sim, você leu certo: o Adam é esse da direita.</p>
</div>
<h2>Adam, um produto de primeira</h2>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 235px"><a href="http://www.technoholik.com/news/sneak-peek-video-notion-ink-adam/"><img title="A tela PixelQi do Adam" src="http://www.technoholik.com/wp-content/themes/magazeen/timthumb.php?src=http://www.technoholik.com/wp-content/uploads/2010/02/Adam-video-peek.jpg&amp;w=225&amp;h=246&amp;zc=1" alt="" width="225" height="246" /></a>
<p class="wp-caption-text">A tela PixelQi do Adam permite ler conteúdo como se o aparelho fosse um e-reader &#8211; economiza bateria e melhora a qualidade da leitura</p>
</div>
<p>O Adam usa o Tegra2, chipset de ponta da nVidia para computadores e sistemas portáteis, que dá poder de processamento e privilegia aplicações gráficas. Além disso, essa plataforma suporta vários sistemas operacionais – ou seja, o dono de um Adam terá liberdade de trocar de sistema, se esse for seu interesse. Assim como o sistema, o navegador de Internet também não será monopolizado: Chrome ou Firefox irão rodar no aparelho. Ao contrário do iPad, o Adam terá, sim, saída HDMI e 3 portas USB – você poderá conectar não só um teclado ao aparelho, como ainda a sua máquina fotográfica, tudo ao mesmo tempo – no caso do iPad, que só tem uma porta proprietária da Apple, isso não é possível. O Adam será distribuído usando o sistema operacional Android 2.1, portanto, também contará com a crescente oferta de aplicativos dessa plataforma. Como se não fosse bastante, promete uma experiência diferenciada para os leitores de e-books: até 160 horas de bateria no modo de leitura (com a luz do LCD desligada). Com o LCD ligado, a Notion Ink promete até 16 horas de duração da bateria. A tela de 10” também dará show na exportação de vídeo em Full HD, 1080 pixels, sendo que a resolução da tela do próprio Adam será de 1024&#215;600 pixels. Como se ainda não bastasse, o processador Dual Core de 1GHz permite usar mais de um aplicativo ao mesmo tempo. Em termos de hardware, o aparelho oferece câmera embutida de 3 megapixels com foco automático, sensor de luz ambiente, acelerômetro, GPS e touchpad. Armazenamento? Terá entrada para cartão SD. A empresa não revela, mas para o aparelho ser minimamente competitivo, terá que vir pelo menos com 16GB de armazenamento embutido. A conectividade será via 3G, Wi-Fi e Bluetooth, variando conforme o modelo.</p>
<h2>Posicionamento do Adam no mercado</h2>
<p>O modelo mais simples terá a tela igual ao iPad, ou seja, apenas o LCD reflexivo. Os modelos mais caros serão equipados com a tela PixelQi (veja detalhes sobre a tecnologia no post <a href="http://editoraplus.org/sua-tela-ficou-obsoleta-nova-tecnologia-matadora-une-e-ink-e-lcd/"><em>sua tela ficou obsoleta</em></a>). Resta saber se o preço de entrada do primeiro modelo com tela PixelQi será competitivo com o iPad. Se assim for, é de se esperar que as pessoas pensarão duas vezes antes de por a mão no bolso.</p>
<p>A empresa ainda não liberou detalhes sobre os modelos que serão postos à venda. Porém, considerando a variação do preço do produto entre US$ 327,00 até US$ 800,00, o modelo mais barato deverá ser muito simples, com a conectividade bastante limitada (só conexão Wi-Fi?), a tela LCD simples (sem PixelQi), e certamente deficiente em outros aspectos (sem câmera embutida, sem saída HDMI?). O iPad mais basicão, que oferece Wi-Fi e 16GB de armazenamento, é vendido por US$ 499,00. Já o modelo com 3G e 64GB do iPad, o top de linha, sai por US$ 899,00. Se a Notion Ink mantiver os preços que está anunciando agora, o Adam terá um custo-benefício melhor em qualquer hipótese. Se um modelo intermediário com Wi-Fi, tela PixelQi e outros apetrechos for vendido por US$ 499,00 ou menos, já vai balançar até mesmo os consumidores potenciais de outros produtos, como o Kindle DX e o Sony Daily Edition.</p>
<p><em>Assista a entrevista do site indiano <a href="http://www.technoholik.com/news/exclusive-a-sneak-peek-at-the-notion-ink-adam-tablet-specs-pics/" target="_blank">Technoholick</a> com um dos donos da Notion Ink. No final do vídeo, a demonstração do Adam é mais interessante que no começo.</em><br />
<script src="http://player.ooyala.com/player.js?embedCode=d4Y2c3MTr9iwnHQNlAbHyNiKVHnNwhvK"></script></p>
<h2>Possíveis contras do Adam</h2>
<p>Ok, uma concessão aos fãs da Apple. O design do Adam não é muito bonito. E o aparelho não terá os 140 mil aplicativos da App Store do Steve Jobs. Certo. Mas quem precisará de tantos aplicativos? E entre um produto bonitinho, mas ordinário; e outro pobre, mas limpinho, honesto e trabalhador, com chance de ainda ser mais barato&#8230; vai ser no mínimo um jogo duro.</p>
<p>O preço, além das funcionalidades, vai ser decisivo para o Adam, e todos os outros concorrentes do iPad que ainda virão. Os netbooks nunca teriam se popularizado se fossem caros. Um aparelho de US$ 800,00 é muito salgado, por mais funções que tenha. Por isso os fabricantes de netbooks e e-readers ainda conseguem dormir à noite: sabem que ainda vai demorar para os tablets chegarem num patamar de preço competitivo. Porém&#8230; se tivermos quase todas as funções que o Adam promete entregar, por US$ 327,00&#8230;  aí a história muda.</p>
<p>Fontes:<br />
<a href="http://www.technoholik.com/news/sneak-peek-video-notion-ink-adam/">Sneak peek video notion ink adam/</a><br />
<a href="http://www.technoholik.com/news/ten-reasons-why-we-are-excited-about-notion-ink-adam/">Ten reasons why we are excited about notion ink adam/</a><a href="http://www.technoholik.com/news/exclusive-a-sneak-peek-at-the-notion-ink-adam-tablet-specs-pics/"></a></p>

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		<title>O primeiro Audiobook da Plus está na rua! Aurora Digital</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 18:03:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Melo</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Notícias)]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ano e três meses após o lançamento da Plus, mais um sonho foi realizado. Está no ar e disponível para download, o primeiro audiobook da editora: Aurora Digital &#8211; prelúdio de um avatar e sua sombra, segundo livro de aforismas de Francisco Menezes (o primeiro foi Digital, demasiado digital).

Audiobook Aurora Digital
(download &#8211; 15mb)

Aurora Digital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:PT-->Um ano e três meses após o lançamento da Plus, mais um sonho foi realizado. Está no ar e disponível para download, o primeiro audiobook da editora: <a href="http://editoraplus.org/aurora-digital/"><em>Aurora Digital &#8211; prelúdio de um avatar e sua sombra</em></a>, segundo livro de aforismas de Francisco Menezes (o primeiro foi <a href="http://editoraplus.org/digital-demasiado-digital/">Digital, demasiado digital</a>).</p>
<blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://editoraplus.org/wp-content/plugins/download-monitor/download.php?id=147">Audiobook Aurora Digital<br />
(download &#8211; 15mb)</a></p>
</blockquote>
<p>Aurora Digital aborda, em aforismas, teorias da Comunicação desconstruídas. São pensamentos aguçados, bem típicos destes tempos de Twitter.</p>
<p>Essa realização foi possível, exclusivamente, graças ao empenho de Lineu Oliveira, colaborador da Plus que emprestou seu tempo e sua voz para dar vida a este livro. Parabéns Lineu!</p>

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		<title>iPad imPad a Liberdade</title>
		<link>http://editoraplus.org/apple-ipad-drm-e-a-liberdade/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 17:03:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Be Szpilman</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Artigos)]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[DRM]]></category>
		<category><![CDATA[iPad]]></category>
		<category><![CDATA[tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o novo tablet da Apple, Steve Jobs extende o DRM para uma nova classe de computadores pessoais.
Apesar de vislumbrar a utilidade e nicho a ser tomado pelo iPad, é inegável que a Apple tenta controlar seus consumidores ao extremo. O que não me agrada nem um pouco, e não sou o único. Veja porque.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:PT--></p>
<blockquote><p>Apesar de vislumbrar a utilidade e nicho a ser tomado pelo iPad, é inegável que a Apple tenta controlar seus <span style="text-decoration: line-through;">fanboys</span> consumidores ao extremo. O que não me agrada nem um pouco, e não sou o único.</p>
<p>Abaixo, traduzido excelente artigo da <a title="iPad is iBad for freedom" href="http://www.fsf.org/news/ibad_launch">Free Software Foundation</a>. Um alerta a todos.</p></blockquote>
<p>São Francisco, Califórnia, EUA &#8212; Quarta-feira, 27 de Janeiro, 2010 &#8212; Equanto Steve Jobs e Apple preparavam-se para anunciar seu esperado tablet, ativistas do grupo Defective by Design, oposicionados ao DRM (Digital Rights Management), estavam por perto para chamar a atenção da mídia para as crescentes restrições impostas pela Apple a computadores pessoais. O grupo montou &#8220;Áreas de Restrição da Apple&#8221; ao longo das entradas para o Yerba Buena Center for the Arts, em São Francisco, onde acontecia o cobiçado evento de apresentação, informando assim a jornalistas os direitos que eles teriam de abdicar antes de entrar no evento.</p>
<div id="attachment_832" class="wp-caption alignright" style="width: 230px"><a href="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/ipad.jpg"><img class="size-medium wp-image-832" title="iPad" src="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/ipad-220x300.jpg" alt="Imagens da Free Software Foundation" width="220" height="300" /></a>
<p class="wp-caption-text">Imagens da Free Software Foundation</p>
</div>
<p>O DRM é praticado pela Apple para restringir a liberdade de seus usuários de várias maneiras, incluindo bloquear a instalação de qualquer software que não venha do App Store oficial da empresa, e regular todo e qualquer uso dos filmes baixados pelo iTunes. A Apple ainda por cima declara que burlar essas restrições é uma ofensa criminal, <strong>mesmo para propósitos permitidos pela lei dos direitos autorais.</strong></p>
<div class="mceTemp">
<dl id="attachment_832" class="wp-caption alignright"></dl>
</div>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-weight: normal;">Organizando o protesto, o gerente de operações da Free Software Foundation, John Sullivan, disse, &#8220;Nossa campanha, Defective by Design, tem um histórico bem sucedido de atingir a Apple e suas políticas DRM. Nós organizamos ações e protestos contra o DRM nas músicas do iTunes, do lado de fora de lojas da Apple, e sob a pressão Steve Jobs aboliu o DRM das músicas. Estamos aqui hoje para mandar a mesma mensagem a respeito de outras restrições que a Apple está impondo em software, ebooks e filmes. Se Jobs e a Apple estão mesmo comprometidas com a criatividade, liberdade e individualidade das pessoas, devem provar isso através da eliminação das restrições que tornam a creatividade e liberdade ilegal.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: normal;">O grupo está pedindo que cidadãos assinem uma petição dirigida a Steve Jobs, para que ele retire o DRM dos aparelhos da Apple. A petição pode ser encontrada no seguinte endereço:<br />
<a href="http://www.defectivebydesign.org/ipad">http://www.defectivebydesign.org/ipad</a></span></p>
<p><span style="font-weight: normal;">&#8220;É necessário atenção das pessoas na infraestrutura computacional sobre a qual nossa sociedade está ficando dependente. Nesse ano que acabou vimos como os protestantes pela democracia e direitos humanos podem ter a tecnologia que usam virada contra eles, pelas corporações que fornecem os produtos e serviços dos quais eles dependem. Seu computador deve ser seu para controlar como quiser. Ao impor restrições nos usuários, Steve Jobs está construindo um legado que ameaça nossa liberdade, tudo pelo lucro dele,&#8221; disse o diretor executivo da FSF, Peter Brown.</span></p>
<div id="attachment_831" class="wp-caption aligncenter" style="width: 564px"><a href="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/apple-live-2.jpg"><img class="size-full wp-image-831 " title="Apple Live Event" src="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/02/apple-live-2.jpg" alt="&quot;Venha ver nossa última restrição.&quot;" width="554" height="312" /></a>
<p class="wp-caption-text">&quot;Venha ver nossa última restrição.&quot;</p>
</div>
<p>Outros críticos do DRM afirmaram que a Apple não é responsável, que são os fornecedores do conteúdo queu insistem nas restrições. No entanto, no iPhone e em seu novo tablet, a Apple não oferece a esses provedores nenhuma opção de não usar as restrições &#8212; nem mesmo autores de software livre e entusiastas da cultura livre que querem dar permissões legais para seus usuários distribuirem seu trabalho.</p>
<p>&#8220;Esse é um enorme passo para trás na história da computação,&#8221; conta Holmes Wilson, da FSF, &#8220;Se o primeiro computador pessoal houvesse requerido permissão da fabricante para cada novo programa ou funcionalidade, a história da computação seria tão entristecedora e totalitária quanto o cenário Orwelliano retratado no <a href="http://theinspirationroom.com/daily/2005/apple-macintosh-computer-1984/">lendário comercial da Apple</a>, no Superbowl, em 1984.&#8221;</p>
<blockquote><p>Nota do tradutor: Porque a Apple decidiu usar o sistema operacional do iPhone ao invés de uma das opções mais robustas usadas nos computadores Mac?</p>
<p>Porque no iPhone ela controla todo o software disponível na App Store, por muitas vezes recusando ou removendo excelentes programas apenas porque conflitam com seus interesses comerciais. E agora ela quer fazer o mesmo com computadores pessoais. Se for permitido por nós e os planos de Steve Jobs se concretizarem, num futuro próximo os computadores pessoais de última geração e usados pela maioria serão plataformas fechadas, onde só entra o que a Grande Irmã quer.</p>
<p>Visite também o site em Português da FSF, <a href="http://www.fsfla.org/svnwiki/index.pt.html">Fundação Software Livre América Latina</a>.</p></blockquote>
<p><!--:--><!--:en-->Check the <a title="iPad is iBad for freedom" href="http://www.fsf.org/news/ibad_launch">original article</a> or our <a title="iPad imPad a Liberdade" href="http://editoraplus.org/apple-ipad-drm-e-a-liberdade">Portuguese translation</a>.<!--:--></p>

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		<title>A espiral viral, poucas estrelas pra muita constelação</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 10:31:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lineu Oliveira</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Artigos)]]></category>

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		<description><![CDATA[Nos últimos meses, li um porção de livros acadêmicos instigantes. Todos eles em inglês. Todos eles sob licenças do Creative Commons, gratuitamente disponíveis na internet. Alguns deles com permissão para obras derivativas. Desejoso de vê-los disponíveis também ao público lusófono, pensei em escolher algum desses livros e traduzí-lo. Optei pelo livro de David Boiller, Viral [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:PT-->Nos últimos meses, li um porção de livros acadêmicos instigantes. Todos eles em inglês. Todos eles sob licenças do Creative Commons, gratuitamente disponíveis na internet. Alguns deles com permissão para obras derivativas. Desejoso de vê-los disponíveis também ao público lusófono, pensei em escolher algum desses livros e traduzí-lo. Optei pelo livro de David Boiller, <em>Viral Spiral: How the Commners built em Digital Republic of There Own</em>. Desisti da empreitada antes de terminar o primeiro capítulo. Achei que não daria conta de finalizar as suas 334 páginas.</p>
<p>Inquieto diante da frustração, pensei em outra maneira de alcançar esse objetivo. Entrei em contato com a Editora Plus e sugeri que tentássemos organizar uma tradução coletiva do livro. Por não ter fins lucrativos, a Plus poderia traduzir a obra sem ter que entrar em contato com advogados e sem ter que pagar por direitos autorais. Além disso, por não ter os custos que uma editora comercial tem, a Plus poderia abraçar o projeto sem o medo de quebrar. Seria uma tradução colaborativa, aberta e descentralizada. Ainda que esperançoso, achei que talvez seria difícil achar voluntários para a tarefa. Ledo engano.</p>
<p>Um dia depois da <a href="http://editoraplus.org/projeto-de-traducao-colaborativa-de-livros/">divulgação</a> do projeto (chamado <a href="http://editoraplus.org/traducao/">Tradução+</a>) no site da Editora Plus, 4 voluntários se apresentaram. No segundo dia já éramos 7. O grupo foi criado. Mandei uma mensagem inicial explicando a idéia do projeto e imediatamente começaram os trabalhos. Foi o suficiente para que o grupo começasse a se movimentar.</p>
<p>Sem nenhuma hierarquia organizacional, sem nenhuma expectativa de remuneração financeira, o grupo estava vivo e gerindo a si mesmo. As pessoas se apresentaram, indicaram quais partes da obra desejavam traduzir. Alguém sugeriu que pensássemos uma tradução para o título da obra. Outro colocou em questão se deveríamos ou não traduzir determinados conceitos e nomes de instituições. E assim por diante, a lista se tornou um fórum consultivo de como devemos tocar o trabalho. Um trabalho coletivo de pessoas, que até semana passada, nunca haviam se conhecido.</p>
<p>O trabalho está em seu início e ainda é impossível saber se conseguiremos publicar a obra traduzida. Porém, observando essa fase inicial e o envolvimento com que esses voluntários se integraram ao projeto, tudo indica que teremos sucesso. Sem grandes investimentos, sem profissionais renomados e sem grande marketing. Subvertendo o verso de um grande poeta baiano, são poucas estrelas pra muita constelação.</p>
<p><em>Saiba mais sobre o projeto Tradução+,  <a href="http://editoraplus.org/projeto-de-traducao-colaborativa-de-livros/">aqui</a> e <a href="http://editoraplus.org/traducao">aqui</a></em>.<!--:--></p>

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		<title>Tradução+ &#124; What Matters Now</title>
		<link>http://editoraplus.org/traducao-what-matters-now/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 13:58:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Be Szpilman</dc:creator>
				<category><![CDATA[(Notícias)]]></category>

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		<description><![CDATA[A Editora Plus, em parceria com o site Empreendedorismo do Bem, está se propondo a oferecer aos lusofonos a tradução do excelente What Matters Now, livro organizado pro Seth Godin e Ishita Gupta que conta com 70 mentes influentes e atuais, de blogueiros a CEO&#8217;s, passando por diversos escritores bem sucedidos. Cada um fez uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:PT-->A Editora Plus, em parceria com o site <a title="Empreendedorismo do Bem" href="http://empreendedorismodobem.com.br/">Empreendedorismo do Bem</a>, está se propondo a oferecer aos lusofonos a tradução do excelente <a title="What Matters Now" href="http://sethgodin.typepad.com/seths_blog/2009/12/what-matters-now-get-the-free-ebook.html">What Matters Now</a>, livro organizado pro Seth Godin e Ishita Gupta que conta com 70 mentes influentes e atuais, de blogueiros a CEO&#8217;s, passando por diversos escritores bem sucedidos. Cada um fez uma página, sucinta mas impactante, com o que considera mais importante no mundo de hoje, na internet e nos negócios.  O livro é distribuído gratuitamente, desde Dezembro de 2009, e o intuito é que se faça com que ele chegue ao maior número de mãos (olhos) possível.</p>
<p>Seth Godin é um dos marketeiros mais influentes da nova mídia, com uma pá de livros publicados e bem sucedidos. Temos, via contato direto, a explícita permissão de Seth para fazer esta tradução e distribuí-la gratuitamente, nos formatos e qualidade consagrados da Editora Plus. Segue a permissão bem como a condição colocada por Godin:</p>
<blockquote><p>I can send you the file (&#8230;) but you&#8217;ll need to indicate at the front that the translation isn&#8217;t approved by the authors&#8230; in other words, you guys are responsible for the translation, not us!</p></blockquote>
<p>Ou seja, estou eu, Be Szpilman, responsável pela tradução e por garantir que nosso conteúdo represente o conteúdo original, em inglês.  Esta iniciativa está <strong>totalmente aberta a colaboradores</strong>, para participar basta se inscrever via <a href="http://editoraplus.org/traducao/">http://editoraplus.org/traducao/</a><!--:--></p>

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</ul><br />
]]></content:encoded>
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		<title>iPad&#8230; ou iBode? Pensando sem &#8220;oba-oba&#8221; sobre o lançamento da Apple</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Jan 2010 11:37:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Melo</dc:creator>
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Bom, aqui na Plus vivemos o pensamento plural na prática. O Be Szpilman acha que o iPad vai liquidar com o Kindle &#38; Cia. Eu sou mais moderado. Acho que, da forma como está, o iPad está mais para iBode, do que para matador de Kindles ou netbooks. Aqui vai a minha visão.
Chamado de tantas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:PT-->
<div id="attachment_817" class="wp-caption alignright" style="width: 313px"><a href="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/01/ipadbests.jpg"><img class="size-full wp-image-817" title="ipadbests" src="http://editoraplus.org/wp-content/uploads/2010/01/ipadbests.jpg" alt="A melhor maneira de experimentar a web, e-mail, fotos, e vídeo. Nem o site da Apple afirma que o iPad é a melhor alternativa para ler livros... pense nisso." width="303" height="348" /></a>
<p class="wp-caption-text">A melhor maneira de experimentar a web, e-mail, fotos, e vídeo. Nem o site da Apple afirma que o iPad é a melhor alternativa para ler livros&#8230; pense nisso.</p>
</div>
<blockquote><p>Bom, aqui na Plus vivemos o pensamento plural na prática. O Be Szpilman acha que o <a href="http://editoraplus.org/apple-ipad-vai-esmagar-kindle-e-ereaders/">iPad vai liquidar com o Kindle &amp; Cia</a>. Eu sou mais moderado. Acho que, da forma como está, o iPad está mais para iBode, do que para <em>matador</em> de Kindles ou netbooks. Aqui vai a minha visão.</p></blockquote>
<p>Chamado de tantas coisas, ele finalmente foi lançado. Será o iPad o matador de Kindles/Netbooks/Smartbooks, que o Steve Jobs diz que é? Será que os consumidores de e-books irão migrar em massa para esse aparelho e Amazon/Sony/etc.  comerão poeira?</p>
<h3>Antes de pensar em e-books:<br />
o iPad em geral</h3>
<p>Do ponto de vista do design e da beleza, a Apple é vencedora, sem discussões.</p>
<p>Do ponto de vista das funcionalidades, o iPad não é tão superior assim. A versão mais barata, que custa US$ 499,00. Tem apenas 16GB de vídeo e não tem 3G. Quantos vídeos com qualidade razoável, de DVD, caberiam no aparelho? Poucos. Imagine ter várias coisas juntas: fotos, músicas e filmes. É pouco espaço. O aparelho não fornece conexão USB e basicamente elimina várias possibilidades, a principal delas: os modens 3G USB serão inúteis nesse aparelho. É o preço do design <em>a la iPhone</em>. Quer um 3G nativo? Mais US$ 130,00. Quer 64GB de armazenamento? Mais US$ 200,00. E 64Gb, o máximo oferecido, nem se compara com os 160GB do mais simples dos netbooks atuais.</p>
<p>Algumas especificações técnicas: pesa cerca de 700 gramas (sem case), medidas de 25&#215;19 cm, com 1,3cm de espessura. E a bateria dura apenas 10 horas, com a tela ligada.</p>
<p>Além disso, o iPad terá acessórios. <a href="http://www.ilounge.com/index.php/reviews/entry/apple-ipad-dock-connector-to-vga-adapter/" target="_blank">Conector VGA</a> (US$ 29,00), <a href="http://www.ilounge.com/index.php/reviews/entry/apple-ipad-keyboard-dock/" target="_blank">teclado</a> (US$ 69,00), <a href="http://www.ilounge.com/index.php/reviews/entry/apple-ipad-camera-connection-kit/" target="_blank">conector de câmera fotográfica</a> (US$ 29,00) e um <a href="http://www.ilounge.com/index.php/reviews/entry/apple-ipad-case/" target="_blank">case</a> (US$ 39,00). Teclado? Case para proteger o iPad e conector de câmera fotográfica são itens obrigatórios. O teclado opcional surpreende, já que o aparelho oferece teclado na tela, mas a Apple aposta que as pessoas irão considerar substituir um netbook pelo iPad &#8211; aí só na tela não deve ser bom o bastante, pelo jeito.</p>
<p>O que o iPad não tem, ou não faz?</p>
<p>- Saída de vídeo;<br />
- Não tem câmera embutida. Video-conferência? Esqueça.<br />
- Não é multitarefa . Rodar dois aplicativos ou mais ao mesmo tempo? Esqueça<br />
- USB;<br />
- Como o iPhone/iPod Touch, não tem Flash. Jogar Farmville no iPad? Esqueça. Abrir sites em Flash? Esqueça;<br />
- Você não pode trocar o sistema operacional por outro que lhe agrade mais;<br />
- Não pode conectar um mouse no aparelho, embora possa conectar um teclado.</p>
<p>Enfim. Difícil imaginar um aparelho, com essas limitações, substituindo um netbook que tem mais memória, mais armazenamento, roda vários aplicativos ao mesmo tempo, conecta vários acessórios via USB, permite conectar ao 3G usando o modem atual e tem câmera embutida. Qualquer netbook bem simples oferece isso, por um preço bem menor (isso considerando valores brasileiros &#8211; nos EUA, onde a diferença é ainda maior, nem se fala).</p>
<p>Alguém lembra dos primeiros iPhones? Nem 3G eles eram. Parece que o iPad segue a mesma trilha de &#8220;produto em desenvolvimento&#8221;. Daqui um ano e pouco, quem sabe lá pela metade de 2011, a Apple não lança um iPad menos limitado?</p>
<h3>E-books. Será o iPad um Kindle killer,<br />
ou um iBode no meio da sala?</h3>
<p>Irresistível não procurar apelidos carinhosos e pejorativos para o iPad. Para os americanos, pad é o tampão íntimo das mulheres, logo <em>iTampon</em>. A Folha de SP comentou sobre o <em>iPhone de Itu</em>&#8230; mas acho que <em>iBode</em> é muito mais sonoro. E no mercado de e-books, o que é o iPad, se não o legítimo bode no meio da sala, que rouba as atenções de todo mundo e nos distrai do principal? <em>Qual seria a experiência de leitura nesse aparelho?</em></p>
<p>Vejam que o site da Apple não vende a experiência de leitura nesse aparelho como um ponto forte. A imagem que ilustra o começo desse post foi tirada do site da Apple. Nenhuma menção à leitura de livros. E é fácil explicar o porquê disso.</p>
<p>Situação típica de um leitor: na cama. Imaginem a rica tela bem iluminada do iPad. Alguém conseguirá ler na cama com ele? À noite? Nem invertendo a tela com fundo preto e letras brancas, ele deixará de iluminar o quarto &#8211; maridos e esposas que lêem na cama, que se cuidem dos parceiros que querem dormir&#8230; além disso, ele é grande. E pesadão, comparado com o Kindle, que pesa 200 gramas, ou o Cool-er, que pesa 150. Segurar com uma mão só, nem pensar. Escorar na cama para ler? Pesado vai ser desconfortável.</p>
<p>O principal desconforto desse aparelho, para leitura, será a tela emitindo luz. A tela é LED, tem brilho e contraste excelentes, mas imaginem ler durante vários minutos, ou horas, em um aparelho assim. Não há condições. Se as pessoas se recusam a ler livros em um computador&#8230; difícil imaginar que irão ler nesse aparelho. A vantagem de ler em um iPhone, comparado ao iPad, é que no iPhone a tela é pequena e não ilumina tanto assim o campo de visão &#8211; sobra muito espaço sem luz, e aí a leitura é confortável. Mas numa tela grandona como a do iPad, a sensação vai mudar muito, comparada à do iPhone. Muito diferente do que temos com as tecnologias não reflexivas, e-ink à frente, que permitem uma sensação de leitura igual à do papel &#8211; sem reflexo, com conforto e descanso para os olhos, tecnologia do Kindle e todos os demais aparelhos primo-irmãos dele.</p>
<p>Por enquanto, ninguém está considerando essa questão da luminosidade. Mas virá com o tempo. Se os leitores irão migrar de um aparelho para o outro, de Kindle para iPads? Até pode acontecer. Mas será divertido quando lermos os primeiros reviews de pessoas que fizeram isso. Elas sem dúvida irão &#8220;ver&#8221; a diferença no conforto da leitura. Leitura é imersão. Não há como ler um pouco, parar, descansar os olhos, ler de novo, quando você está imerso na leitura. O iPad não irá permitir isso. Por isso, provavelmente, será ótimo para navegar na internet, ler jornais e e-mails. São atividades atualmente bem menos imersivas do que a leitura de um livro. Para isso ele foi feito, e para isso será ótimo, sem dúvida.</p>
<p>Além disso, tem a questão da bateria. Viajar com o iPad pode ser frustrante, já que a bateria se esgota num piscar de olhos. Comparado ao Kindle e todos os outros e-readers baseados na tela e-ink, cujas baterias duram semanas&#8230; chega a ser covardia.</p>
<p>O iPad, porém, será revolucionário em um segmento: textos educacionais. A tela do iPad permitirá exibir gráficos e imagens com alta resolução, o que será decisivo para muitos estudantes e profissionais. Se a Amazon (e os demais fabricantes de e-readers atuais) quiserem competir com isso, terão de melhorar seus aparelhos ainda esse ano. Ou procedem assim, ou serão engolidos nesse segmento do mercado.</p>
<p>Além disso, a Apple vai abrir uma loja de e-books, chamada iBooks. O visual promete ser bem bacana, imitando &#8220;livros nas prateleiras&#8221;. Eu penso que isso é cosmético, e se não acrescenta funcionalidade, não melhor a leitura, para pouco serve. Para leitores ocasionais, pode ser um estímulo bonitinho. E só. O detalhe, porém, é que os livros publicados para o iPad serão mais caros que os vendidos na Amazon, a princípio &#8211; na faixa de US$ 12,00 a 14,99. Não é uma novidade muito boa&#8230;</p>
<p>A loja da Apple irá matar a loja do Kindle, ou as demais? Muito difícil. A Apple terá concorrentes dentro do seu próprio aparelho, como o Kobo &#8211; cujo aplicativo já está pronto para uso no iPad, e a própria Amazon, sem dúvida. Jeff Bezos, por outro lado, agora ganhou um concorrente grande, algo muito saudável para o desenvolvimento dos e-books. Irá dividir mercado com a loja da Apple, terá que se puxar para manter seus clientes.</p>
<p>O iPad vai liquidar o mercado de e-readers? Bom&#8230; custando o dobro de um Kindle, pouco provável. Se a pessoa quiser apenas ler, ela não pagar mais caro por isso. Os preços dos e-readers estão caindo a cada seis meses, e tendem a ficar cada vez mais baixos. O tempo dirá. E a competência dos concorrentes, que agora vão correr atrás da máquina.</p>
<h3>Concluindo&#8230;</h3>
<p>O aparelho não é tão caro, considerando que se imaginava que seria vendido por US$ 900,00 (!). Mas ele não entrega nem o que o mais simples dos netbooks entrega. Por mais que o Steve Jobs fique espraguejando contra os netbooks&#8230; não tem remédio, assim o iPad não irá substituir eles.</p>
<p>Em relação aos e-books, o conforto da tela será pequeno para leitores habituados à experiência de imersão nos livros. Mas será bem melhor para quem precisa ver gráficos e imagens a cores. Vai atender vários nichos de mercado: estudantes de medicina, engenharia&#8230; livros infantis, quem sabe. Mas é difícil imaginar um estudante pagando R$ 1.000,00 ou US$ 499,00 para ler seus livros nele.</p>
<p>De todo modo, o iPad é um produto em desenvolvimento. Ainda pode melhorar muito, antes que o meu dinheiro saia do bolso. Por enquanto&#8230; ele está mais para iBode, do que para a revolução da leitura.<!--:--></p>

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