Livros digitais no Brasil: como, onde e por que (talvez não) comprá-los | Gizmodo Brasil
Vale a pena ler tudo, a visão mais sensata do mercado só poderia vir do Gizmodo Brasil. Alguns trechos legais:
A diferença entre o PDF eBook, como é chamado, e um PDF comum, é a presença da proteção de DRM. Ou seja, para poder ler o livro em até seis desktops, notebooks ou smartphones que suportem o aplicativo, é preciso criar um Adobe ID. Mesmo sendo eficaz, o sistema de proteção e a necessidade de aplicativos, logins, senhas e downloads pode afastar o usuário comum, que gostaria de ter o mesmo processo do livro de papel no livro digital: comprar, abrir e ler, sem complicações.
Mas como convencer as pessoas de que é bom ler livros na tela do computador ou que vale a pena gastar um bom dinheiro em um leitor digital? A promessa dos varejistas era de que os e-Books custariam de 20% a 30% menos do que os livros impressos. Nos livros nacionais, essa promessa aparece em pouquíssimos casos, “detalhe” que deve manter distantes os novos usuários.
Nada que os leitores da Plus já não estejam carecas de saber, não é mesmo? Mas há um detalhe… dia 12 de julho o mercado de e-books ganha um concorrente que vai começar a atacar esses dois problemas: a dificuldade de ler e o preço alto dos e-books: a Simplíssimo.
Veja a matéria completa no site do Gizmodo: Livros digitais no Brasil: como, onde e por que (talvez não) comprá-los.


Os e-books continuam grátis - eles só mudaram de endereço!
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