Ba-vi: uma paixão sem limites
O futebol é apaixonante. Mais do que isso. O esporte criado na Inglaterra e adotado pelo Brasil, é uma religião. Os brasileiros, torcedores apaixonados, fervorosos, não medem esforços para torcer por seu time do coração. Deixam a mulher em casa, desmarcam compromissos importantes, adiam passeios no parque com os filhos, tudo isso para não perder aquele jogo, que muitas vezes não vale mais do que uma 13ª colocação no Campeonato Nacional. O futebol é sempre levado à sério, não importa quem seja o adversário do dia, o campeão brasileiro ou aquele time que sequer disputa a Série C.
Para o baiano, a situação não é diferente. A Bahia já contou com dezenas de equipes consideradas grandes. Galícia, Ypiranga, Botafogo, Bahia de Feira de Santana, Leônico são apenas alguns exemplos que antigamente apaixonavam os torcedores. Hoje a divisão ocorre entre dois pólos: Bahia e Vitória. Tricolores e rubro-negros disputam a preferência do gosto popular. A vantagem do Bahia ainda é larga, embora desde a década de 90 o Vitória evolua, diminuindo a disparidade existente entre as duas equipes.
A decadência administrativa pela qual os dois times passaram nessa década (anos 2000) não diminuiu o ímpeto do torcedor, só fez aumentar. Como diz o antigo ditado, “nas dificuldades é que nós reconhecemos os verdadeiros amigos”. E foi na hora que Bahia e Vitória mais precisaram, quando estavam no fundo do poço do futebol brasileiro, que o torcedor baiano mostrou ser dos mais fiéis do País. Lotou os estádios. A Fonte Nova e o Barradão ficaram pequenos para acomodar a massa tricolor e rubro-negra que só pensava em acabar com o pesadelo da Série C. Contra quem o time iria jogar era o que menos importava. O desejo mesmo era poder empurrar o clube de volta ao lugar de onde ele nunca deveria ter saído.
Com toda essa paixão e a forma diferenciada de tratar o futebol, o baiano carecia de um livro que reportasse esse sentimento, suas histórias, seus feitos e aventuras. Pensar no futebol apenas nas arquibancadas seria como minimizar sua influência na sociedade. E foi com a intenção de mostrar este lado lúdico, apaixonante, que surgiu a idéia deste livro. Uma forma de registrar para a eternidade toda a paixão e dedicação dos torcedores baianos aos seus maiores patrimônios: Bahia e Vitória.

Os e-books continuam grátis - eles só mudaram de endereço!
Quanto orgulho!!! Parabéns amigo!!! Fico muito feliz por vc…
Ah… vai ter feijoada de autógrafos?
Muito bom! Leitura recomendada não só para torcedores de Bahia e Vitória.
Parabéns, Raphael Carneiro!
Cara, esses trechos apresentam muita clareza na escrita. O futebol baiano ganha muito com seu livro. Percebo, através, destes trechos, que existe uma parcialidade…
De qualquer forma, parabéns!!
Kid, você deveria ler o livro todo antes de fazer esse julgamento. Abraço
Parabéns, Rafa! Sou fã desse seu jeito de escrever: divertido e competente.
Agnes, muito obrigado por tudo. Você também tem uma parcela nesse livro…
Kid, os trechos citados aí representam apenas partes do livro. Da mesma forma que tem falando da violência com a torcida do Vitória, tem falando da violência com a torcida do Bahia.
Boa leitura,
Abraços
Excelente! Na era das convergências, a BA ganha muito com esta contribuição e, sobretudo, o esporte baiano.
Parabéns
Muito BOM Raphael,
Parabéns pela iniciativa de retratar tão bem a paixão que é o futebol.
Sucesso.
Rafa, fico muito feliz pela sua competencia. Desejo muito sucesso. É o filhinho de papai é?
Gostei Rafa, é exuberante. Continue assim.
Felicidade.
Eu era garoto, já se vai mais de 40 anos, lembro-me de uma final de campeonato baiano no estadio da GRACA. Bahia e Galicia se confrontavão, deu Bahia e uma caminhada que me emocionou até a colina sagrada do Bomfim, afrente da torcida o Grande Osorio Cardoso Vilas Boas. Foi fantastico.
Parabens pelo livro, só não se esqueca de Osorio (Lobisomem) meu amigo e deu pai.
Que saudade daqueles tempos.
Oi Raphael, você é o jornalista do Jornal da Metropole?
Ainda não li o llivro, mas com certeza vou divulgar lá no blog!
Trecho do Bahiaço:"Na ocasião, o Bahia era o então campeão brasileiro. O título, conquistado…"
Trecho do vice:"Logo após o inédito vice-campeonato nacional, o Vitória…"
rsrsrsrs
Brincadeiras a parte,gostaria de lhe parabenizar Raphael.Vou ler seu livro e indicarei a amigos!Show de bola!
Lucas,
Sou sim repórter do Jornal de Metrópole. Valeu pela força lá!
Abraços
Acabei de postar lá e enviar a postagem para 2 grupos de e-mail.
Parabéns.
Parabéns, Rapahel, pelo livro!Certamente terei prazer em lê-lo. Abraço!
Parabénsss Rapha!! Sabia que esse seu trabalho teria um futuro brilhante… Não vai parar por aqui não, viu?? Já baixei o meu
Como diz Aline, tem que ter a feijoada de autógrafos rsrs
Beijosss!!
Oi menino que bom te ver produzindo coisas boas, é um orgulho para nossa familia, alias esta geração tá com tudo, muitas emoções… bjs, sua tia
Parabéns
Somos uma nação dentro do "Brasil"
somos Baianeiros!
Tenho orgulho de ser Baiano e torcedor do BAHIA Bi Brasileiro.
oi rapha o trexo do livro achei muito bom vou esperar vc mandar o livro pra eu ler todo, mais o pouco que li achei muito bom continue seguindo seu caminho porque vc ja é um exelente profissional.
bjos de sua tia que muito te ama.
Parabéns Rafa e toda família Carneiro, um jovem profissional brilahante, isso é que precisa nosso país, diante de tanta leitura inutil que vemos por aí, você é um destaque. Um grande abraço de LUZ
Meu sobrinho emprestado,
Que Jesus te guie sempre,continue crescendo muito !
Me sinto bastante feliz por você.
Olá Rapha,
Que legal! Ainda não li o livro, mas acredito que seja tão bom quanto as suas matérias publicadas no Jornal da Metrópole.
Parabéns, e continue com este progresso.
Grande abraço para você e para seus pais, nós nos conhecemos de velhos carnavais.Na época que brincávamos no Clube Fantoches( alguém aí lembra?) KKKKK
Tereza
Parabéns Raphael! Te desejo toda sorte do mundo, que vc continue escrevendo mais e mais.bjs
Rafinha
Quando li seu livro lembrei-me de meu pai- Cléo Meireles, jornalista, radialista e comentarista esportivo – do como ele ficaria feliz ao ver surgir um novo talento no jornalismo baiano. Principalmente, filho de Jorge Presídio, uma pessoa que ele amava e respeitava como profissional.
Parabéns querido. Seu texto é limpo, claro, objetivo, perspicaz e com pinceladas de humor.
Sucesso filho!!!
Te amo
Tia Tânia
Não li seu livro, mas lhe parabenizo pela iniciativa historica, pois, o que fica pra história são os registros.Sugiro transformar em pesquisa acadêmica e projeto de disertação ou tese…
Bora BaÊÊÊÊÊÊÊahhhhh!!!!!!!!!!!!!!
Oi Raphael, estou produzindo um documentário sobre o Bahia "Bahia Minha Vida" e gostaria de falar contigo urgente. Pode me enviar seus contatos? meu email é sheilagomes@gmail.com.
Parabéns pelo livro!
abs
Parabéns cara!
Sou seu fã, você sabe disso.
Grande abraço!